Mostrando postagens com marcador mocajuba. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mocajuba. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de novembro de 2013

Botos Nadam com Meninos - Botos Mansos em Mocajuba (PA)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

PROJETO AMAZÔNIA & CIA PARTICIPA DA EXPOSIÇÃO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL (BRASÍLIA)




Recebemos o convite e estamos participando da Mostra.
Um luxo.

Exposição de acessórios femininos feitos com couro de peixe tem apoio do MPA e Codevasf
Moda e sustentabilidade tem tudo a ver. Bolsas, sapatos e outros acessórios femininos feitos com couro de peixe têm chamado à atenção nas passarelas mundo a fora. Os produtos confeccionados da pele destes animais serão expostos no próximo dia 05, das 09h às 21h, no Centro Cultural Banco do Brasil.
A 1ª Exposição de Artigos Confeccionados com Couro de Peixes Brasileiros conta com o apoio do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Companhia do Vale do Rio São Francisco (Codevasf). O evento visa mostrar o desenvolvimento da cadeia produtiva da aquicultura e às inúmeras possibilidades de se aproveitar a pele do peixe.
“A intenção é incentivar o cultivo e mostrar que o pescado pode ser aproveitado desde a carne até as vísceras, utilizadas na indústria do biodiesel. A cabeça e a espinha viram farinha para ração animal, e a pele e as escamas são usadas no artesanato e no vestuário”, disse a secretária de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura do MPA, Maria Fernanda Nince Ferreira.
O evento reunirá expositores do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Amazonas, além da Associação de Artesãos de Couro de Tilápia, do município de Piranhas, em Alagoas. Os produtos que serão apresentados foram confeccionados da pele de várias espécies de peixes como pacu, pirarucu, tambaqui e tilápia.  “As peças tem uma ótima durabilidade. O couro do peixe de pirarucu, por exemplo, é três vezes mais resistente que o couro bovino” ressaltou a empresária, Lozia Filip.

Programação
9h - Abertura da exposição e recepção dos visitantes
10h - Solenidade de inauguração com a presença do ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella
21h - Encerramento 


******













 Sobre a Amazônia & Cia lê-se no link:

Amazônia e Cia oferece produtos de cestaria e de bio-jóias. A empresa, que 
alia moda e natureza em perfeita combinação, foi criada a partir de uma 
parceria entre a bio-designer Maria do Carmo Américo e as comunidades 
ribeirinhas e vizinhas de Cametá e Mocajuba, às margens do rio Tocantins, no 
nordeste do estado do Pará. 

O Tocantins é um dos principais rios do Brasil. Ele percorre 2.400 km de 
extensão, ao longo de quatro estados brasileiros. No Pará deságua junto ao 
delta do rio Amazonas, na baia de Marajó, nas proximidades de Belém, a 
capital do estado. 

Carmen Américo – como é mais conhecida Maria do Carmo – é Mestre em 
Ciências Ambientais e entusiasta em artesanato elaborado a partir de resíduos 
do bioma amazônico. A sua paixão por este tipo de artesanato começou cedo. 
Aos 17 anos foi morar fora de sua cidade natal. Assim, para resgatar a sua 
identidade e promover um intercâmbio com as comunidades rurais que fizeram 
parte das raízes de sua família, ela resolveu criar uma “ponte” entre estes dois 
mundos. 

Esta “ponte” deu origem a uma rede de relacionamentos e de troca de 
conhecimentos. O artesanato surgiu como uma alternativa ecológica de 
trabalho para mulheres e meninas ribeirinhas, que se capacitaram para o 
tratamento de resíduos pesqueiros e para a produção de acessórios. 
Portanto, a Amazônia e Cia é, mais do que uma empresa, uma ideia, uma rede 
de solidariedade entre mulheres da Amazônia. O empreendimento contribui 
para fortalecer a economia solidária no Baixo Amazonas. Fazem parte da rede 
a Comunidade Quilombola do Segundo Distrito de Mocajuba (ARQDMO), as 
associações ribeirinhas da ilha Grande de Viseu, Ilha Grande de Conceição, 
Ilha de Tauaré e Ilha de Angapijó. 

Atualmente são 28 mulheres treinadas, das quais 12 ativas. A ampliação do 
mercado depende da continuidade da produção. 
Todo o trabalho é feito artesanalmente por um processo técnico de lavagem, 
que emprega apenas água, água sanitária e tingimento. O rio não é 
contaminado por resíduos. As matérias-primas - como sementes, vagens, 
cascas, fibras, escamas e folhas - são lavadas por vários dias em paneiros, 
que são pequenas cestas de fibras vegetais, onde os ribeirinhos amazônicos 
costumam guardar camarões.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

ARTIGO Aquecimento global: Brasil luta para proteger a Amazônia de incêndios, secas e tempestades

The World Bank Working for a World Free of Poverty



DESTAQUES DO ARTIGO

Na Amazônia, as consequências do aquecimento global incluem secas, cheias e incêndios mais intensos. Também há riscos cada vez maiores para a biodiversidade.
As emissões de gases causadores de efeito estufa podem fazer com que o mundo fique até 4ºC mais quente neste século, segundo um estudo do Banco Mundial.
O Brasil já começou a agir e planeja reduzir as emissões desses gases entre 36% e 39% até 2020.Em 2005, quando uma seca afetou a Amazônia, diversos rios secaram e pelo menos 20 municípios declararam estado de emergência. À época, 70 milhões de hectares de árvores (i) foram afetados.
O pior: as árvores não haviam se recuperado ainda quando uma segunda seca – mais grave do que a primeira – atingiu a floresta em 2010.

A intensidade e a frequência de secas como essas (e de tempestades na Amazônia também) podem aumentar ainda neste século, segundo o estudo Turn Down the Heat – Why a 4ºC Warmer World Must be Avoided, do Banco Mundial. 

O relatório (Diminuindo o Calor – Por que um Mundo 4º mais Quente Precisa ser Evitado, numa tradução livre) mostra que o planeta já está 0,8ºC mais quente do que nos tempos pré-industriais. O estudo ainda alerta que, com as atuais emissões de gases causadores de efeito estufa, o aquecimento global pode chegar a 4ºC antes de 2100.

Grande impacto

Entre as consequências, estão o aumento do nível dos oceanos e a ocorrência de temperaturas extremas em todo o mundo.

“O impacto na Amazônia seria enorme,” diz Erick Fernandes, consultor do Banco Mundial nas áreas de mudanças climáticas e gerenciamento de recursos naturais. “As secas de 2005 e 2010 provam que a floresta não se recupera facilmente desse tipo de evento”, acrescenta ele, que é um dos autores do relatório.

Apenas com um aquecimento global de 1,5ºC ou 2ºC (acima dos níveis pré-industriais), os incêndios florestais já poderiam dobrar até 2050. Em um mundo 4ºC mais quente, os danos seriam ainda maiores – principalmente no Pará, em Rondônia e em Mato Grosso, os estados mais afetados pelo desmatamento.

“Se os incêndios se tornarem mais frequentes devido às mudanças climáticas, abiodiversidade (e) da Amazônia também correrá perigo”, diz Fernandes.

Calcula-se que, em todo o mundo, entre 20% e 30% das espécies conhecidas entrarão em risco de extinção caso a temperatura do planeta aumente de 2ºC a 3ºC.


A floresta, quando intacta, resiste melhor às mudanças climáticas e se recupera mais facilmente de pragas e incêndios
Erick Fernandes
Consultor do Banco Mundial nas áreas de mudanças climáticas e gerenciamento de recursos naturais
Objetivos brasileiros

O aquecimento global, no entanto, pode ficar abaixo dos 2ºC se as emissões de gases causadores de efeito estufa forem reduzidas – e se mais providências forem tomadas para preservar ecossistemas como os da Amazônia.

Com um aquecimento de 4ºC, a área das florestas tropicais do mundo deve diminuir e chegar a apenas 25% do tamanho original. Em compensação, se o aumento for de 2ºC, ainda será possível preservar mais de 75% dessas terras, segundo o estudo.

No Brasil, iniciativas como o Programa Piloto para Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7) e o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) têm um papel importante na manutenção dos ecossistemas locais.

“A floresta, quando intacta, resiste melhor às mudanças climáticas e se recupera mais facilmente de pragas e incêndios”, explica o consultor do Banco Mundial.

O governo brasileiro tem a meta de reduzir o desmatamento em 70% até 2017. Além disso, o país se comprometeu a diminuir as emissões de gases causadores de efeito estufa em36% a 39% até 2020 (i) – e o Rio de Janeiro se destaca nesse trabalho.

Objetivos como esses são essenciais neste momento, segundo Fernandes: “Quanto mais puder ser feito para diminuir o efeito estufa, melhor”. Ele completa: “As consequências de um planeta 2ºC mais quente já são suficientemente dramáticas; precisamos agir agora”.


.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Amazônia - Cultura, trabalho, renda, ludicidade.


Pequeno amazônida brincando de pescar. 
Para ele é uma grande brincadeira...
Aprendizado sobre a natureza, sobre a biologia, sobre as técnicas de pesca.
Em algumas horas, quando a maré baixar,  ele orgulhoso coletará o fruto de seu trabalho. 
Comer é mais que matar a fome.  Uma conquista. Algo sem valor. 
Mas tem sabor.
De peixe fresco.
Mas também de premiação.


Um prêmio sobre o qual ele regozija-se me silêncio. 
Outras vezes não.
Essa é minha impressão certas vezes. 
Nas sociedades caboclas, quilombolas, ribeirinhas e agro-extrativistas, o cotidiano mistura a brincadeira, os jogos, a ludicidade, o trabalho, a renda .... a vida. 
Íntegra. 
Homem e natureza em laços respeitosos.





segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Amazônia: Sob Risco Diário

Você imagina o que são exatamente 253,8 km quilômetros quadrados ?

A bloguer que vos fala também não sabe exatamente.

Sou terrível com habilidades espaciais. O que posso apostar é que isso é uma área muito grande. E  foi esta área que foi detonada na Amazônia, somente em setembro de 2011.

Amazônia & Cia
imagem: INPE
Pontos de desmatamento
Perceba que áreas tradiconais da Amazônia, como a região do baixo-tocantins, não aprensentam muitos “pontinhos” de destruição.Veja os detalhes aqui no site do 

Bem, diante disso parece muito óbvio dizer que é  preciso construir estratégias reais e viáveis de valorização de atividades sustentáveis que valorize a cultura, gere renda e proteja o meio ambiente?



Perceba que áreas tradiconais da Amazônia como a região do baixo-tocantins não aprensentam muitos “pontinhos” de destruição. Veja os detalhes aqui no site do

È preciso construir estratégias reais e viáveis de valorização de atividades sustentáveis que valorize a cultura, gere renda e proteja o meio ambiente.

Mais

Seguidores

Conheça nossos produtos!