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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

domingo, 27 de janeiro de 2013

Amazônia sob novos riscos.... O retorno das altas taxas de desmatamento...

REPRODUÇÃO 


É minha gente...

Depois de muito tempo com queda de taxas de desmatamento na Amazônia, há sinais de retorno das taxas estratosféricas que marcaram a década de 90 até 2000.  Veja aqui no link da Uol com replicação da REUTERS.

Enquanto não encontramos formas de uso econômico e racional da floresta em pé, o "desmatamento continuar a ser esse bicho papão. 

Desmatamento na Amazônia dá sinais de voltar a crescer

Paulo Prada
No Rio de Janeiro

Após anos de avanços do Brasil no combate ao desmatamento da Amazônia, o problema parece estar voltando a se agravar, refletindo a expansão de fazendeiros, madeireiros, garimpeiros e construtores para áreas antes inexploradas, segundo dados compilados pelo governo e por pesquisadores independentes.
O Imazon, instituição brasileira que monitora o desmatamento por meio de imagens de satélite, disse em um recente relatório que a destruição da maior floresta tropical do mundo subiu em dezembro pelo quarto mês consecutivo.
Nos últimos cinco meses de 2012, o Imazon detectou a eliminação de 1.288 quilômetros quadrados de matas, mais do que o dobro da área devastada no mesmo período de 2011.
Dados preliminares da agência espacial brasileira, que faz suas próprias estimativas mensais, também sugerem um aumento no desmatamento entre agosto e outubro, último mês com dados divulgados.
Pesquisadores e autoridades dizem que são necessários mais dados para confirmar que está em curso uma reversão completa da tendência de redução verificada nos últimos anos. Entre outras variáveis, nuvens na atual época chuvosa complicam a obtenção de imagens.
Dados adicionais também podem esclarecer se novos clarões na cobertura florestal são resultado de queimadas e derrubadas deliberadas, ou uma degradação natural.
Se o desmatamento continuar crescendo, será a confirmação dos temores manifestados por cientistas e ecologistas de que as mudanças nas políticas ambientais brasileiras, a contínua penetração de forças econômicas na floresta e os projetos governamentais de infraestrutura estão revertendo os avanços na proteção a uma região que concentra cerca de 12 por cento da água doce do planeta, que é uma abundante fonte de oxigênio e onde vive um número incontável de espécies vegetais e animais.
"O contexto está maduro para que a destruição se intensifique", disse o diretor-executivo da conhecida ONG Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia, Paulo Moutinho. "Está claro que os níveis podem facilmente continuar a crescer."
As autoridades recomendam cautela, observando que há uma tendência de longo prazo contra o desmatamento. "É cedo demais para soar o alarme", disse Francisco Oliveira, diretor de políticas contra o desmatamento do Ministério do Meio Ambiente. "Um quadro mais completo vai emergir quando as nuvens tiverem ido embora."
Muitos fatores causam o desmatamento
Madeireiros e garimpeiros há muito tempo exploram as madeiras nobres e as jazidas numa selva que tem o tamanho da Europa Ocidental. Nas últimas décadas, o Brasil se tornou uma potência agrícola, e os sojicultores, pecuaristas e outros produtores cada vez abrem mais espaço para suas lavouras.
E há também o atual ímpeto de explorar o potencial hidrelétrico da Amazônia, um processo que críticos dizem atrair muita gente para uma área que, do contrário, continuaria intacta.
Monitorar o desmatamento é um desafio científico que combina os dados satelitais e a fiscalização no terreno.
O governo brasileiro e cientistas do Imazon, instituição que tem sede em Belém e recebe financiamento privado, obtém indícios preliminares a partir das imagens de satélite.
Dados mais conclusivos demoram mais para serem compilados e dependem de recursos visuais de alta resolução, que são mais lentos, e de pesquisas de campo realizadas por cientistas e inspetores ambientais.
O governo divulga uma cifra anual em julho, quando a região está mais seca e a vista aérea fica mais clara.
Os dados mostraram que o desmatamento, até julho de 2012, havia caído a níveis recordes durante quatro anos consecutivos, em grande parte graças a uma fiscalização ambiental mais rígida.
Uma disparada em 2007, quando a alta no preço dos produtos agrícolas desencadeou uma procura por áreas cultiváveis, foi contida depois que o governo impôs multas mais pesadas e bloqueou o crédito para os desmatadores.
Em resposta, madeireiros passaram a agir de forma mais concentrada em áreas menores para burlar a vigilância dos satélites.
Agora, cientistas e ambientalistas alertam que os violadores estão sendo incentivados pelas mudanças legais, por uma nova alta nos preços globais dos produtos agrícolas e pelo impulso de colonos para desenvolver atividades econômicas ao redor das barragens de hidrelétricas e de outros grandes projetos industriais e de infraestrutura.
"Vocês vão ver logo logo um aumento no desmatamento", disse à Reuters na semana passada a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, ativista histórica da preservação da Amazônia.
Ela e outros críticos têm atacado o governo da presidente Dilma Rousseff, cujos esforços para reavivar o crescimento econômico incluem reformas que, segundo ambientalistas, podem causar mais destruição. Dilma, por sua vez, diz que suas políticas são necessárias e ambientalmente sustentáveis.
Entre outras alterações regulatórias, o Brasil concedeu no fim de 2011 mais poder a autoridades locais para fiscalizar as leis ambientais, e esse processo levou ao fechamento de vários postos federais de fiscalização florestal, os quais muitas vezes, especialmente na vasta e remota Amazônia, representavam o único obstáculo para os desmatadores.
No ano passado, uma reforma do Código Florestal alterou os tipos de matas que devem ser preservadas ao redor de qualquer atividade. Embora o novo código continue teoricamente rigoroso nas regras de preservação, críticos dizem que a fiscalização será difícil por causa da transferência de atribuições a autoridades locais.
Oliveira, do Ministério do Meio Ambiente, disse que o governo federal ainda tem condições de reagir rapidamente. Em vez de usar bases fixas, explicou ele, novas unidades de agentes ambientais criadas nos últimos meses podem ser mobilizadas quando for necessário, tornando-as "mais ágeis" quando desmatadores agem em áreas menores. "Nossos métodos e estratégias estão evoluindo", disse ele.
No entanto, os cientistas temem que os danos estão acontecendo sob os próprios olhos do governo. Hidrelétricas construídas pelo governo, estradas e minas estão acelerando a reversão, dizem eles, porque garantem acesso a áreas antes isoladas da Amazônia.
"Você tem todos esses fatores se unindo para tornar muito mais fácil o acesso à floresta", disse o pesquisador do Imazon Paulo Barreto. Os números recentes dispararam de forma tão rápida, acrescentou ele, "que será difícil que as cifras anuais caiam."

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Um pouco de Nós

 

baner

Amazônia & Cia nasceu do grande desejo de customizarmos e repaginarmos produtos amazônicos oriundos das comunidades tradicionais locais que cultivam técnicas milenares de cestaria e produção de utensílios domésticos direcionando-os para uso urbano, compondo assim um portifólio arrojado, belo e moderno de produtos para presentes, decoração, utilidades domésticas e souvenirs.

Valoriza-se deste modo as atividades sustentáveis no bioma amazonia gerando renda para as famílias que cultivam formas especiais de lidar com a floresta.


A partir de cestos tradicionais criamos peças belas, criativas e diferenciadas como o ícone da sustentabilidade e de valorização do bioma amazônico e suas comunidades tradionais ribeirinhas, quilombolas, seringueiros, pescadores e agro-extrativistas que detém o conhecimento das técnicas de uso sustentável de elementos da floresta transformando-a em peças bonitas e graciosas que ganham arrojo e acabamento para uso urbano.

 

Estamos fazendo um delicioso e verdadeiro trabalho de garimpo de técnicas e produtos para trazer porpostas de presentes , lembranças, utilidades domésticas e decoração para pessoas muito especiais.


Essa é a proposta da Amazônia & Cia - um espaço onde você poderá encontrar aquele  presente, uma lembrança da Amazônia e do Brasil, e peças charmosas e arrojadas para decoração e utilidades domésticas.

Nosso compromisso é o de primar pela qualidade dos produtos oferecidos considerando o acabamento e funcionalidade. E claro, para diminuir a distância entre você e os produtos: garantir entrega eficaz.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Amazônia: Sob Risco Diário

Você imagina o que são exatamente 253,8 km quilômetros quadrados ?

A bloguer que vos fala também não sabe exatamente.

Sou terrível com habilidades espaciais. O que posso apostar é que isso é uma área muito grande. E  foi esta área que foi detonada na Amazônia, somente em setembro de 2011.

Amazônia & Cia
imagem: INPE
Pontos de desmatamento
Perceba que áreas tradiconais da Amazônia, como a região do baixo-tocantins, não aprensentam muitos “pontinhos” de destruição.Veja os detalhes aqui no site do 

Bem, diante disso parece muito óbvio dizer que é  preciso construir estratégias reais e viáveis de valorização de atividades sustentáveis que valorize a cultura, gere renda e proteja o meio ambiente?



Perceba que áreas tradiconais da Amazônia como a região do baixo-tocantins não aprensentam muitos “pontinhos” de destruição. Veja os detalhes aqui no site do

È preciso construir estratégias reais e viáveis de valorização de atividades sustentáveis que valorize a cultura, gere renda e proteja o meio ambiente.

sábado, 22 de outubro de 2011

domingo, 16 de outubro de 2011

Cesto De Fibra Natural: Pairé Petit Floral



 

Gostou ?

Quer presentear um amigo (a) ?

Se você mora em Belém, *levamos para você. Você mora em outro estado ? Não tem problema.Mandamos para você  ou para o endereço indicado em qualquer lugar do mundo. Embalamos e aromatizamos para você.
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Em Belém pague na hora da entrega ou com cheques pré-datados.
Não é lindo, lindo ?

*Uma pequena taxa de entrega (2,00)

Cestos de Fibra Natural: Panier Pairé Floral

Cestos
 


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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Panier Fonte: Cores e Florais

Linha Belle Utility Amazon
Tecido em fIbras naturais  Arumã e Jacitara  pintado em azul para combinar com seu ambiente e com suas idéias.


Cametá

 Produzido nas Ihas do Baixo Tocantins dentro das comunidades   de Cametá e  repaginado em Belém do Pará.



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A gente manda para você ou para seu amigo (a).Telefone

 (091) 82500515


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