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sábado, 8 de novembro de 2014

Pulseira, pulseirismo, bohohique com ar amazônico...


Pulseira "Amazonas Passeiam em Londres"!
Feita em estilo boho, om fios de látex e sementes de açaí.

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sábado, 16 de novembro de 2013

Colar Cubo - Bouquet


Cubo negro
As flores dos campos da Amazônia coloridas.
Para animar a vida.
Combinar com diversos looks.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

ARTIGO Aquecimento global: Brasil luta para proteger a Amazônia de incêndios, secas e tempestades

The World Bank Working for a World Free of Poverty



DESTAQUES DO ARTIGO

Na Amazônia, as consequências do aquecimento global incluem secas, cheias e incêndios mais intensos. Também há riscos cada vez maiores para a biodiversidade.
As emissões de gases causadores de efeito estufa podem fazer com que o mundo fique até 4ºC mais quente neste século, segundo um estudo do Banco Mundial.
O Brasil já começou a agir e planeja reduzir as emissões desses gases entre 36% e 39% até 2020.Em 2005, quando uma seca afetou a Amazônia, diversos rios secaram e pelo menos 20 municípios declararam estado de emergência. À época, 70 milhões de hectares de árvores (i) foram afetados.
O pior: as árvores não haviam se recuperado ainda quando uma segunda seca – mais grave do que a primeira – atingiu a floresta em 2010.

A intensidade e a frequência de secas como essas (e de tempestades na Amazônia também) podem aumentar ainda neste século, segundo o estudo Turn Down the Heat – Why a 4ºC Warmer World Must be Avoided, do Banco Mundial. 

O relatório (Diminuindo o Calor – Por que um Mundo 4º mais Quente Precisa ser Evitado, numa tradução livre) mostra que o planeta já está 0,8ºC mais quente do que nos tempos pré-industriais. O estudo ainda alerta que, com as atuais emissões de gases causadores de efeito estufa, o aquecimento global pode chegar a 4ºC antes de 2100.

Grande impacto

Entre as consequências, estão o aumento do nível dos oceanos e a ocorrência de temperaturas extremas em todo o mundo.

“O impacto na Amazônia seria enorme,” diz Erick Fernandes, consultor do Banco Mundial nas áreas de mudanças climáticas e gerenciamento de recursos naturais. “As secas de 2005 e 2010 provam que a floresta não se recupera facilmente desse tipo de evento”, acrescenta ele, que é um dos autores do relatório.

Apenas com um aquecimento global de 1,5ºC ou 2ºC (acima dos níveis pré-industriais), os incêndios florestais já poderiam dobrar até 2050. Em um mundo 4ºC mais quente, os danos seriam ainda maiores – principalmente no Pará, em Rondônia e em Mato Grosso, os estados mais afetados pelo desmatamento.

“Se os incêndios se tornarem mais frequentes devido às mudanças climáticas, abiodiversidade (e) da Amazônia também correrá perigo”, diz Fernandes.

Calcula-se que, em todo o mundo, entre 20% e 30% das espécies conhecidas entrarão em risco de extinção caso a temperatura do planeta aumente de 2ºC a 3ºC.


A floresta, quando intacta, resiste melhor às mudanças climáticas e se recupera mais facilmente de pragas e incêndios
Erick Fernandes
Consultor do Banco Mundial nas áreas de mudanças climáticas e gerenciamento de recursos naturais
Objetivos brasileiros

O aquecimento global, no entanto, pode ficar abaixo dos 2ºC se as emissões de gases causadores de efeito estufa forem reduzidas – e se mais providências forem tomadas para preservar ecossistemas como os da Amazônia.

Com um aquecimento de 4ºC, a área das florestas tropicais do mundo deve diminuir e chegar a apenas 25% do tamanho original. Em compensação, se o aumento for de 2ºC, ainda será possível preservar mais de 75% dessas terras, segundo o estudo.

No Brasil, iniciativas como o Programa Piloto para Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7) e o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) têm um papel importante na manutenção dos ecossistemas locais.

“A floresta, quando intacta, resiste melhor às mudanças climáticas e se recupera mais facilmente de pragas e incêndios”, explica o consultor do Banco Mundial.

O governo brasileiro tem a meta de reduzir o desmatamento em 70% até 2017. Além disso, o país se comprometeu a diminuir as emissões de gases causadores de efeito estufa em36% a 39% até 2020 (i) – e o Rio de Janeiro se destaca nesse trabalho.

Objetivos como esses são essenciais neste momento, segundo Fernandes: “Quanto mais puder ser feito para diminuir o efeito estufa, melhor”. Ele completa: “As consequências de um planeta 2ºC mais quente já são suficientemente dramáticas; precisamos agir agora”.


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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Inajá: A Eva Brasileira Transformada em um mimo para você!!!



Um max colar ecológico, produzido para causar furor entre elas.
É dupla tendência!!
É max. 
É eco.

Entre o regional local e o universal - a moda.



Bem meninas, além de apresentar um de nossas novas peças, uma das mais paparicadas - vou falar um pouco para vocês da origem da matéria-prima usada. 






Então, o Inajá é uma das sementes amazônicas que utilizamos na fabricação de biojóias - nossas bijuterias orgânicas.  





É um pouco trabalhoso chegarmos da fruta "no pé" até a peça pronta para uso.
Mas vale a pena.
É uma sementes amadeiradas com alto grau de durabilidade e que ganha mais ainda com o tratamento desenvolvido por nós do Amazônia & Cia. 




Usamos a semente inteira e em corte transversais para compor peças exclusivas e com acabamento perfeito. Assim você pode seguir a tendência global de uso de acessórios com matéria- prima natural coletada de forma sustentável.




Inajazeiro










No Brasil a relação entre sociedade natureza é quase que  invariavelmente marcada de simbolismos  


místicos.

 

Um terê-tê-tê enorme.

No caso da palmeira de Inajá não é diferente. 












Inajá é o nome de uma índia brasileira de origem Tupi, segundo a lenda,  linda, que que reinava   nos 

bosques e matas do Brasil  como uma representação de Eva, a mulher original, símbolo de   graça e 

inocência, beleza e poesia. Olhe bem, quando se vê uma  palmeira dessas ao longe na  mata, com suas 

folhas longas e esguias - impossível não compará-la a uma figura feminina.








Como, quase tudo em um país tão grande quanto o Brasil. Não possui apenas um nome. É também conhecida anaiá, anajá, aritá, inajazeiro, maripá e najá.







Não é apenas uma palmeira linda !!! 

Não é seu valor estético que a torna especialíssima, seu uso é importante para as comunidades amazônicas.







Vejam que as comunidades indígenas, caboclos, ribeirinhos, quilombolas, extrativistas possuem raro conhecimento sobre o aproveitamento do o inajá utilizando quase tudo desta palmeira. 








A  polpa dos frutos, por exemplo, é utilizada no preparo de alimentos ou consumida diretamente, sozinha, ou acompanhada de farinha de mandioca ou ainda mingau de farinha de tapioca.






As folhas, ou palhas, são aproveitadas na construção de paredes e coberturas das malocas, cobertura de residências, casas de farinha, casas de forno etc. 





A base da estrutura de sustentação das folhas vira ponta de flecha, e a espata transforma-se em assento e cestos. 




Atualmente, o óleo da amêndoa é utilizado na indústria alimentícia, farmacêutica e de cosméticos. Além disso, já é utilizado na geração de energia, através da produção de biodiesel.




Nós, em parceira com as comunidades rurais amazônicas, produzimos bio-jóias  acessórios: brincos, pulseiras, colares, cintos e bolsas. 






O charme da Eva brasileira para você fazer a diferença no look.

Para quem não gosta do max, o colar Pingente de Inajá é uma ótima opção, deixa o look com uma elegância descontraída e ajuda a alongar a silueta.



É isso meninas!!!

A gente faz com muito gosto.
                                        

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Um pouco de Nós

 

baner

Amazônia & Cia nasceu do grande desejo de customizarmos e repaginarmos produtos amazônicos oriundos das comunidades tradicionais locais que cultivam técnicas milenares de cestaria e produção de utensílios domésticos direcionando-os para uso urbano, compondo assim um portifólio arrojado, belo e moderno de produtos para presentes, decoração, utilidades domésticas e souvenirs.

Valoriza-se deste modo as atividades sustentáveis no bioma amazonia gerando renda para as famílias que cultivam formas especiais de lidar com a floresta.


A partir de cestos tradicionais criamos peças belas, criativas e diferenciadas como o ícone da sustentabilidade e de valorização do bioma amazônico e suas comunidades tradionais ribeirinhas, quilombolas, seringueiros, pescadores e agro-extrativistas que detém o conhecimento das técnicas de uso sustentável de elementos da floresta transformando-a em peças bonitas e graciosas que ganham arrojo e acabamento para uso urbano.

 

Estamos fazendo um delicioso e verdadeiro trabalho de garimpo de técnicas e produtos para trazer porpostas de presentes , lembranças, utilidades domésticas e decoração para pessoas muito especiais.


Essa é a proposta da Amazônia & Cia - um espaço onde você poderá encontrar aquele  presente, uma lembrança da Amazônia e do Brasil, e peças charmosas e arrojadas para decoração e utilidades domésticas.

Nosso compromisso é o de primar pela qualidade dos produtos oferecidos considerando o acabamento e funcionalidade. E claro, para diminuir a distância entre você e os produtos: garantir entrega eficaz.

sábado, 22 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

BRASIL-AMAZÔNIA-PARÁ

 

Projeto reconhece fruto como brasileiro e evita tentativa de patente do nome açaí por empresas estrangeiras, como ocorreu há alguns anos com o cupuaçu.

 

 

 

A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta terça-feira (18) o projeto de lei (PLS 02/11) que designa o açaí como fruto nacional. A medida tem o objetivo de proteger a marca ‘açaí’ e evitar tentativa de empresas estrangeiras em patentear o nome do fruto tipicamente amazônico e já conhecido mundialmente. Como a proposta foi aprovada de forma terminativa, será encaminhado para a Câmara dos Deputados após cumprir o regimento interno do Senado.
"O Brasil deve ter mais atenção e proteger as riquezas da Amazônia, não só fisicamente, mas também no campo das ciências e das patentes. Afinal, corre-se o risco de alguma empresa querer patentear o nome açaí como marca e termos problemas no futuro", explica Flexa Ribeiro.
"A proteção da marca açaí é apenas um passo. Apresentamos projetos também para incentivar o replantio de áreas já abertas com a fruticultura. O governador Simão Jatene também trabalha no sentido de ampliar um programa de incentivo ao cultivo e produção do açaí. Só assim poderemos aumentar nossa produção e atender a enorme demanda interna, do povo paraense e a externa, do mercado internacional. O preço subiu muito e só com aumento de produção poderemos baixar o valor do açaí, que é item básico na alimentação do paraense", afirma Flexa Ribeiro.
Relator do projeto, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) elogiou a iniciativa. "Já existia a designação do cupuaçu como fruto nacional, justamente por conta de um problema com patentes no passado e foi feito isso para proteger o nome do fruto. Agora, apresentamos um substitutivo e incluímos o açaí, juntamente com o cupuaçu, como fruto nacional", afirma Walter Pinheiro.
Relembre o caso da guerra pela patente do cupuaçu

Em 2008, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que estabeleceu o cupuaçu como fruto nacional. Foi o desfecho de uma ‘batalha’ que começou em 2000, quando a empresa Asahi-Foods, do Japão, requereu direito de comercialização da marca "cupuaçú". Além disso, a empresa também queria patentear os métodos de produção industrial do cupulate, o chocolate obtido a partir da semente do cupuaçu.
Por volta de 2003 a notícia veio à tona e ganhou grande repercussão na mídia, contando inclusive com campanha de ONGs e entidades civis com a corrente "O cupuaçú é nosso". Tornou-se uma bandeira de luta contra a biopirataria. Em 2005, por decisão da Cancellation Division da União Européia, o registro do nome feito pela companhia nipônica foi cassado em todas as nações integrantes do bloco. O projeto de definição do açaí como fruto nacional antecipa e evita um novo problema e a possibilidade de futuras batalhas judiciais.
Números do açaí no Pará
300.000 pessoas trabalhando com açaí. São apanhadores, atravessadores, batedores e vendedores do fruto.
700.000 toneladas de açaí produzidas por ano
US$ 20 Milhões em exportação do ‘mix’ de frutas do Pará em 2010
85 agroindústrias no Estado comercializam açaí

Fonte: Blog do Bacana

domingo, 16 de outubro de 2011

Cesto De Fibra Natural: Pairé Petit Floral



 

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Cestos de Fibra Natural: Panier Pairé Floral

Cestos
 


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Lembranças do Pará Para Presentear


Imã de Geladeira Aromatizado com cheiro do Pará. 
Um mimo muito cheiroso





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