Mostrando postagens com marcador Açai. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Açai. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de julho de 2017

Sementes para biojóias: novidades






A melhor semente do mercado brasileiro com imunização antifúngica.

Visite nossa loja virtual e aproveite nossa experiência de compras.
https://www.amazoniaecia.com/loja

Se você já é cliente da Loja pelo portal Elo7, fique a vontade.
 http://www.elo7.com.br/amazoniaecia

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Açaí: Da Lenda ao Luxo

Do site AmazonMania

     O Açaí é um fruto típico da Amazônia que há vários séculos faz parte da vida dos povos da floresta, mas recentemente seu valor ultrapassou essas fronteiras e chegou a todas as partes do Brasil e em diversas localidades do mundo.


     Nas grandes cidades o uso do Açaí se tornou um modismo, pois nos dias de hoje é cada vez mais freqüente a valorização da beleza e da juventude. Assim, o Açaí se tornou um referencial de dieta saudável, energia,  redução de peso, rejuvenescimento e afrodisíaco.

     Contudo, entre os povos da floresta as relações que eles estabelecem com a natureza se fixam em valores e conceitos diferentes daqueles que as pessoas das cidades têm. As comunidades tradicionais e os povos indígenas fazem uso dos recursos à sua volta (água, plantas, animais etc.) por meio de associações simbólicas que são muitas vezes expressas em mitos e lendas.

     A “Lenda do Açaí” é um dos inúmeros exemplos que demonstram o modo de vida especial que os povos nativos da Amazônia possuem com o meio ambiente.

     Assim diz a “Lenda do Açaí”: num passado muito distante, vivia no coração da floresta uma aldeia indígena muito numerosa. Naquela época ocorreu uma fase de grande escassez de alimentos de modo que os índios sofreram muito. Por essa razão, o líder dos índios (conhecido como cacique) teve que tomar uma decisão drástica. Ele decidiu fazer um controle populacional com objetivo de diminuir a fome de seu povo. Ele pensava que com menos pessoas para alimentar seria mais fácil enfrentar aquele período de penúria. Portanto, o cacique determinou que todas as crianças que nascessem a partir daquela data seriam sacrificadas.

     Contudo, a filha mais nova do cacique, a bela “Iaçá”, deu a luz a um gracioso menino que, infelizmente, teve o mesmo destino cruel das outras crianças.
     Por causa disso, a jovem índia chorava todas as noites com muitas saudades de seu filho, até que numa noite de lua cheia, a índia ouviu o choro de uma criança que se parecia bastante com o choro de seu filho. Ela se levantou rapidamente e saiu à procura do menino até que chegou perto de uma belíssima palmeira.
     Quando a índia chegou ao local, seu filho a esperava ao pé da palmeira, com um largo sorriso no rosto e com braços abertos. Cheia de alegria, a índia “Iaçá” correu para abraçá-lo, mas quando o fez, a criança desapareceu num piscar de olhos. No dia seguinte, a índia foi encontrada morta, abraçada ao tronco da palmeira. Seu rosto trazia um suave sorriso de felicidade e seus olhos negros, ainda abertos, fitavam o alto da palmeira que estava carregada de frutinhos escuros.
    Comovido com tudo aquilo, o cacique ordenou que os indígenas apanhassem os frutinhos e percebeu que deles poderia se extrair um suco quando amassados, que passou a ser a principal fonte de alimento daquela aldeia. Este achado fez com que o cacique suspendesse os sacrifícios e as crianças voltaram a nascer livremente, pois a alimentação já não era mais problema na aldeia.

     Para agradecer aquela benção recebida e também para homenagear sua filha, o cacique batizou com o nome de “Açaí” aos frutinhos encontrados na palmeira, que é justamente o nome de “Iaçá” ao contrário.
     Para muita gente, as lendas e mitos são simples bobagens, mas ao olharmos com mais detalhes para o modo de vida das comunidades onde essas narrativas nascem podemos extrair grandes lições. No caso da “Lenda do Açaí” é possível ver uma série de valores que servem para unir o grupo, reforçando laços de afinidade, a esperança num futuro melhor, incentivando à crença na provisão divina e reforçando a busca de alternativas para superar dificuldades individuais e coletivas.

     Conhecer uma Lenda como essa nos leva pensar um pouco, pois enquanto que muitos de nós, capitalistas urbanos, buscamos consumir o Açaí simplesmente pelas suas propriedades nutricionais ou só para “estar na moda”, é importante entender outros valores que levam os povos da floresta apreciar esse delicioso alimento.

Vejam que a palavra  "Açaí" e "uaçaí" são oriundos do tupi yasa'i, "fruta que chora". 
Lindo.
E dramático.



Hoje, novamente o açaí vem socorrer as populações locais amazônicas, desta vez gerando renda através do beneficiamento das sementes. 

E também socorre você que quer fazer a diferença do loook.


Com informações publicadas no Jornal Mesa de Bar News, edição n. 402, p. 15, de 18/02/2011. Gurupi - Estado do Tocantins.

ARTIGO Aquecimento global: Brasil luta para proteger a Amazônia de incêndios, secas e tempestades

The World Bank Working for a World Free of Poverty



DESTAQUES DO ARTIGO

Na Amazônia, as consequências do aquecimento global incluem secas, cheias e incêndios mais intensos. Também há riscos cada vez maiores para a biodiversidade.
As emissões de gases causadores de efeito estufa podem fazer com que o mundo fique até 4ºC mais quente neste século, segundo um estudo do Banco Mundial.
O Brasil já começou a agir e planeja reduzir as emissões desses gases entre 36% e 39% até 2020.Em 2005, quando uma seca afetou a Amazônia, diversos rios secaram e pelo menos 20 municípios declararam estado de emergência. À época, 70 milhões de hectares de árvores (i) foram afetados.
O pior: as árvores não haviam se recuperado ainda quando uma segunda seca – mais grave do que a primeira – atingiu a floresta em 2010.

A intensidade e a frequência de secas como essas (e de tempestades na Amazônia também) podem aumentar ainda neste século, segundo o estudo Turn Down the Heat – Why a 4ºC Warmer World Must be Avoided, do Banco Mundial. 

O relatório (Diminuindo o Calor – Por que um Mundo 4º mais Quente Precisa ser Evitado, numa tradução livre) mostra que o planeta já está 0,8ºC mais quente do que nos tempos pré-industriais. O estudo ainda alerta que, com as atuais emissões de gases causadores de efeito estufa, o aquecimento global pode chegar a 4ºC antes de 2100.

Grande impacto

Entre as consequências, estão o aumento do nível dos oceanos e a ocorrência de temperaturas extremas em todo o mundo.

“O impacto na Amazônia seria enorme,” diz Erick Fernandes, consultor do Banco Mundial nas áreas de mudanças climáticas e gerenciamento de recursos naturais. “As secas de 2005 e 2010 provam que a floresta não se recupera facilmente desse tipo de evento”, acrescenta ele, que é um dos autores do relatório.

Apenas com um aquecimento global de 1,5ºC ou 2ºC (acima dos níveis pré-industriais), os incêndios florestais já poderiam dobrar até 2050. Em um mundo 4ºC mais quente, os danos seriam ainda maiores – principalmente no Pará, em Rondônia e em Mato Grosso, os estados mais afetados pelo desmatamento.

“Se os incêndios se tornarem mais frequentes devido às mudanças climáticas, abiodiversidade (e) da Amazônia também correrá perigo”, diz Fernandes.

Calcula-se que, em todo o mundo, entre 20% e 30% das espécies conhecidas entrarão em risco de extinção caso a temperatura do planeta aumente de 2ºC a 3ºC.


A floresta, quando intacta, resiste melhor às mudanças climáticas e se recupera mais facilmente de pragas e incêndios
Erick Fernandes
Consultor do Banco Mundial nas áreas de mudanças climáticas e gerenciamento de recursos naturais
Objetivos brasileiros

O aquecimento global, no entanto, pode ficar abaixo dos 2ºC se as emissões de gases causadores de efeito estufa forem reduzidas – e se mais providências forem tomadas para preservar ecossistemas como os da Amazônia.

Com um aquecimento de 4ºC, a área das florestas tropicais do mundo deve diminuir e chegar a apenas 25% do tamanho original. Em compensação, se o aumento for de 2ºC, ainda será possível preservar mais de 75% dessas terras, segundo o estudo.

No Brasil, iniciativas como o Programa Piloto para Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7) e o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) têm um papel importante na manutenção dos ecossistemas locais.

“A floresta, quando intacta, resiste melhor às mudanças climáticas e se recupera mais facilmente de pragas e incêndios”, explica o consultor do Banco Mundial.

O governo brasileiro tem a meta de reduzir o desmatamento em 70% até 2017. Além disso, o país se comprometeu a diminuir as emissões de gases causadores de efeito estufa em36% a 39% até 2020 (i) – e o Rio de Janeiro se destaca nesse trabalho.

Objetivos como esses são essenciais neste momento, segundo Fernandes: “Quanto mais puder ser feito para diminuir o efeito estufa, melhor”. Ele completa: “As consequências de um planeta 2ºC mais quente já são suficientemente dramáticas; precisamos agir agora”.


.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Açaí responde por 97% da renda não madeireiros da Floresta Amazônica

O dado faz parte do Índice de Preço de Produtos da Floresta levantado em cinco municípios da floresta





O açaí teve a maior participação na venda de produtos não madeireiros da Floresta Amazônica entre julho e dezembro de 2011. A informação é do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgada nessa quarta-feira (22), que faz o acompanhamento do Índice de Preço de Produtos da Floresta. O fruto gerou uma receita de R$ 36,6 milhões, representando 97% do total comercializado.
 
 
O levantamento está sendo divulgado pela segunda vez e se concentrou nos municípios paraenses de Belém, Altamira, Breves, Gurupá, e também em Santana, no estado do Amapá. Além do açaí os itens levados em consideração pela pesquisa são a andiroba (óleo), a bacaba (fruto e polpa), a castanha-do-Brasil (amêndoa com casca), a copaíba (óleo-resina), o cupuaçu (fruto), o mel de abelha, muruci (fruto), pracaxi (óleo) e pupunha (fruto).
 
 
Os produtos que correspondem aos outros 3% da receita são a pupunha (fruto), a castanha-do-Brasil (amêndoa com casca), o taperebá (fruto) e andiroba (óleo). A baixa participação deste itens se devem ao período de entressafra. No total foram gerados R$ 37,7 milhões.
 
 
Belém apresentou as maiores diferenças de preços independentemente do produto. As médias dos menores e dos maiores preços de produtos florestais não madeireiros são calculadas a partir do que são comercializados em feiras livres, mercados e/ou portos dos municípios. A pretensão do Imazon é divulgar o balanço dos produtos florestais semanalmente.
 
 
Preços
 
Os produtos florestais não madeireiros comercializados fecharam o segundo semestre de 2011 com uma queda de 12% em Belém, apresentando melhor rendimento em outubro, com 12%, e a maior baixa em dezembro, com -19%.
 
 
Apesar de ser o produto que mais contribui com a receita dos produtos florestais não madeireiros, o açaí foi o que teve maior variação, ficando entre 12% e -18%. Na comparação com o primeiro semestre de 2011 (período de entressafra), o preço do açaí oriundo de outros municípios e do açaí produzido nas ilhas de Belém apresentou queda de 19% e 31%, respectivamente.

terça-feira, 22 de maio de 2012

MaxiColares Amazônicos!!!











A floresta em jóias para você. 


Buritis,
Jupatis,
Paxiúbas,
Coco
Acaí,
Resíduos de madeira Amazônica ...


Embalagens artesanais ornadas com juta, flores do campo amazônico, palha de buriti e muito carinho.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Um pouco de Nós

 

baner

Amazônia & Cia nasceu do grande desejo de customizarmos e repaginarmos produtos amazônicos oriundos das comunidades tradicionais locais que cultivam técnicas milenares de cestaria e produção de utensílios domésticos direcionando-os para uso urbano, compondo assim um portifólio arrojado, belo e moderno de produtos para presentes, decoração, utilidades domésticas e souvenirs.

Valoriza-se deste modo as atividades sustentáveis no bioma amazonia gerando renda para as famílias que cultivam formas especiais de lidar com a floresta.


A partir de cestos tradicionais criamos peças belas, criativas e diferenciadas como o ícone da sustentabilidade e de valorização do bioma amazônico e suas comunidades tradionais ribeirinhas, quilombolas, seringueiros, pescadores e agro-extrativistas que detém o conhecimento das técnicas de uso sustentável de elementos da floresta transformando-a em peças bonitas e graciosas que ganham arrojo e acabamento para uso urbano.

 

Estamos fazendo um delicioso e verdadeiro trabalho de garimpo de técnicas e produtos para trazer porpostas de presentes , lembranças, utilidades domésticas e decoração para pessoas muito especiais.


Essa é a proposta da Amazônia & Cia - um espaço onde você poderá encontrar aquele  presente, uma lembrança da Amazônia e do Brasil, e peças charmosas e arrojadas para decoração e utilidades domésticas.

Nosso compromisso é o de primar pela qualidade dos produtos oferecidos considerando o acabamento e funcionalidade. E claro, para diminuir a distância entre você e os produtos: garantir entrega eficaz.

sábado, 22 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

BRASIL-AMAZÔNIA-PARÁ

 

Projeto reconhece fruto como brasileiro e evita tentativa de patente do nome açaí por empresas estrangeiras, como ocorreu há alguns anos com o cupuaçu.

 

 

 

A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta terça-feira (18) o projeto de lei (PLS 02/11) que designa o açaí como fruto nacional. A medida tem o objetivo de proteger a marca ‘açaí’ e evitar tentativa de empresas estrangeiras em patentear o nome do fruto tipicamente amazônico e já conhecido mundialmente. Como a proposta foi aprovada de forma terminativa, será encaminhado para a Câmara dos Deputados após cumprir o regimento interno do Senado.
"O Brasil deve ter mais atenção e proteger as riquezas da Amazônia, não só fisicamente, mas também no campo das ciências e das patentes. Afinal, corre-se o risco de alguma empresa querer patentear o nome açaí como marca e termos problemas no futuro", explica Flexa Ribeiro.
"A proteção da marca açaí é apenas um passo. Apresentamos projetos também para incentivar o replantio de áreas já abertas com a fruticultura. O governador Simão Jatene também trabalha no sentido de ampliar um programa de incentivo ao cultivo e produção do açaí. Só assim poderemos aumentar nossa produção e atender a enorme demanda interna, do povo paraense e a externa, do mercado internacional. O preço subiu muito e só com aumento de produção poderemos baixar o valor do açaí, que é item básico na alimentação do paraense", afirma Flexa Ribeiro.
Relator do projeto, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) elogiou a iniciativa. "Já existia a designação do cupuaçu como fruto nacional, justamente por conta de um problema com patentes no passado e foi feito isso para proteger o nome do fruto. Agora, apresentamos um substitutivo e incluímos o açaí, juntamente com o cupuaçu, como fruto nacional", afirma Walter Pinheiro.
Relembre o caso da guerra pela patente do cupuaçu

Em 2008, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que estabeleceu o cupuaçu como fruto nacional. Foi o desfecho de uma ‘batalha’ que começou em 2000, quando a empresa Asahi-Foods, do Japão, requereu direito de comercialização da marca "cupuaçú". Além disso, a empresa também queria patentear os métodos de produção industrial do cupulate, o chocolate obtido a partir da semente do cupuaçu.
Por volta de 2003 a notícia veio à tona e ganhou grande repercussão na mídia, contando inclusive com campanha de ONGs e entidades civis com a corrente "O cupuaçú é nosso". Tornou-se uma bandeira de luta contra a biopirataria. Em 2005, por decisão da Cancellation Division da União Européia, o registro do nome feito pela companhia nipônica foi cassado em todas as nações integrantes do bloco. O projeto de definição do açaí como fruto nacional antecipa e evita um novo problema e a possibilidade de futuras batalhas judiciais.
Números do açaí no Pará
300.000 pessoas trabalhando com açaí. São apanhadores, atravessadores, batedores e vendedores do fruto.
700.000 toneladas de açaí produzidas por ano
US$ 20 Milhões em exportação do ‘mix’ de frutas do Pará em 2010
85 agroindústrias no Estado comercializam açaí

Fonte: Blog do Bacana

Mais

Seguidores

Conheça nossos produtos!