Mostrando postagens com marcador amazonia e cia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amazonia e cia. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de julho de 2017

Sementes para biojóias: novidades






A melhor semente do mercado brasileiro com imunização antifúngica.

Visite nossa loja virtual e aproveite nossa experiência de compras.
https://www.amazoniaecia.com/loja

Se você já é cliente da Loja pelo portal Elo7, fique a vontade.
 http://www.elo7.com.br/amazoniaecia

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Exemplo de Sustentabilidade



Vanessa Brito
O pequeno empreendimento Conservas Linken do norte de Minas é a prova de que para ser sustentável não importa o tamanho, mas os valores, as parcerias, a dedicação e a criatividade. Essa pequena empresa, fundada em Janaúba no final de 1999, nasceu de crise financeira enfrentada pela família Linck Warken. Para sair dela, dona Isabel, a mãe, começou a produzir conservas de hortaliças, baseadas em receita antiga passada entre gerações. O produto que fazia sucesso com as visitas criou clientela, salvou a família e conquistou mercado. O nome da empresa é a soma da primeira e última sílabas dos dois sobrenomes.
A ausência de conservantes químicos nas Conservas Linken, a parceria com agricultores familiares, que fornecem hortaliças frescas, e o sistema de logística reversa dos vidros, utilizados para envasar os deliciosos alimentos, são alguns diferenciais da pequena e exemplar empresa sustentável do norte de Minas. A garra da família também, pois sem ela nada teria acontecido.
Hoje, a Conservas Linken conta com equipe de dez funcionários, apóia 75 agricultores familiares, evita que centenas de vidros sejam descartados em lixões e na natureza, comercializa seus produtos em todas as regiões brasileiras e está prestes a começar a exportar. No final do ano passado, foi um dos seis destaques finais do Prêmio Sebrae MG de Práticas Sustentáveis 2012.
“ Depois da premiação, as vendas cresceram 30%, os contatos aumentaram e gerou imagem positiva para a marca. Ser reconhecido é muito bom”, comemora Felipe Warken, o segundo filho da família e administrador da empresa. “Ser sustentável é enxergar o negócio como um todo.  O empresário deve enxergar o negócio como um ciclo, senão nada funciona, inclusive o lucro não chega”, aconselha o jovem empresário.
O carro-chefe do empreendimento é a pimenta biquinho, que conquistou recentemente um cliente alemão, e deverá inserir a Linken na pauta de exportações brasileiras. A empresa também produz conservas de pepino, mini milho, batatinha, cebola, mini quiabo, mini jiló, tomate seco, pequi, alho, outros tipos de pimenta (dedo de moça, malagueta, cumari, bode, jalapeña), entre outros.
O sucesso das Conservas Linken  se deve a vários fatores. O principal deles é a receita de família, segundo Felipe. “ A salmora que usamos é nosso segredo guardado a sete chaves”, diz ele.  As hortaliças colhidas no campo e o fato de serem envasadas em 24 horas e sem conservantes químicos, é outro. “ Não passa pelo processo de pré-conservação como ocorre com os produtos industrializados. Assim conseguimos manter o sabor original das hortaliças. Os conservantes que usamos são sal e vinagre”, revela.
Parceria
Outro diferencial destacado pelo empresário é a parceria com os pequenos produtores agrícolas. A família Linck Warken trabalhou na agricultura, durante anos. Apoiar os agricultores familiares faz parte dos princípios da empresa. A Linken fornece adubo, sementes e aragem do solo nas duas primeiras colheitas. “ Como aconteceu conosco, o agricultor nasce quebrado. Conhecemos essa realidade. Fizemos a empresa sem contar com crédito”, ressalta Felipe.
As verduras e legumes são semiorgânicos, informa. Compostos orgânicos, esterco e alguns inseticidas são usados no cultivo das hortaliças. Ainda não é possível produzi-los totalmente orgânicos, acrescenta.
No início, o empreendimento contava com poucos parceiros no campo, que acreditaram no trabalho da família. Atualmente 75 agricultores familiares fornecem a matéria-prima, informa o empresário orgulhoso. “Meu pai sempre acreditou em cooperativismo. É o que estamos fazendo. Estamos crescendo juntos ”, acrescenta. A sede de 300 m² é alugada e a meta  deste ano é comprá-la. “Nossa linha de produção é japonesa”, diz ele brincando. No momento, a produção é de 1,5 mil unidades/ dia.
Logística reversa
Os vidros utilizados no envasamento das Conservas Linken são adquiridos de empresa paulista que faz coleta seletiva. “Sai 50% mais barato do que comprar vidros novos”, argumenta Felipe. A empresa promove logística reversa como as cervejarias fazem, compara ele.
O empreendimento compra vidros de 300 ml por R$ 0,25/cada e de 2k por R$ 1,50 para reutilização.  “Até cliente traz vidro a nossa porta e descontamos a diferença no produto”, explica (www.conservasliken.com ).

domingo, 27 de janeiro de 2013

Amazônia sob novos riscos.... O retorno das altas taxas de desmatamento...

REPRODUÇÃO 


É minha gente...

Depois de muito tempo com queda de taxas de desmatamento na Amazônia, há sinais de retorno das taxas estratosféricas que marcaram a década de 90 até 2000.  Veja aqui no link da Uol com replicação da REUTERS.

Enquanto não encontramos formas de uso econômico e racional da floresta em pé, o "desmatamento continuar a ser esse bicho papão. 

Desmatamento na Amazônia dá sinais de voltar a crescer

Paulo Prada
No Rio de Janeiro

Após anos de avanços do Brasil no combate ao desmatamento da Amazônia, o problema parece estar voltando a se agravar, refletindo a expansão de fazendeiros, madeireiros, garimpeiros e construtores para áreas antes inexploradas, segundo dados compilados pelo governo e por pesquisadores independentes.
O Imazon, instituição brasileira que monitora o desmatamento por meio de imagens de satélite, disse em um recente relatório que a destruição da maior floresta tropical do mundo subiu em dezembro pelo quarto mês consecutivo.
Nos últimos cinco meses de 2012, o Imazon detectou a eliminação de 1.288 quilômetros quadrados de matas, mais do que o dobro da área devastada no mesmo período de 2011.
Dados preliminares da agência espacial brasileira, que faz suas próprias estimativas mensais, também sugerem um aumento no desmatamento entre agosto e outubro, último mês com dados divulgados.
Pesquisadores e autoridades dizem que são necessários mais dados para confirmar que está em curso uma reversão completa da tendência de redução verificada nos últimos anos. Entre outras variáveis, nuvens na atual época chuvosa complicam a obtenção de imagens.
Dados adicionais também podem esclarecer se novos clarões na cobertura florestal são resultado de queimadas e derrubadas deliberadas, ou uma degradação natural.
Se o desmatamento continuar crescendo, será a confirmação dos temores manifestados por cientistas e ecologistas de que as mudanças nas políticas ambientais brasileiras, a contínua penetração de forças econômicas na floresta e os projetos governamentais de infraestrutura estão revertendo os avanços na proteção a uma região que concentra cerca de 12 por cento da água doce do planeta, que é uma abundante fonte de oxigênio e onde vive um número incontável de espécies vegetais e animais.
"O contexto está maduro para que a destruição se intensifique", disse o diretor-executivo da conhecida ONG Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia, Paulo Moutinho. "Está claro que os níveis podem facilmente continuar a crescer."
As autoridades recomendam cautela, observando que há uma tendência de longo prazo contra o desmatamento. "É cedo demais para soar o alarme", disse Francisco Oliveira, diretor de políticas contra o desmatamento do Ministério do Meio Ambiente. "Um quadro mais completo vai emergir quando as nuvens tiverem ido embora."
Muitos fatores causam o desmatamento
Madeireiros e garimpeiros há muito tempo exploram as madeiras nobres e as jazidas numa selva que tem o tamanho da Europa Ocidental. Nas últimas décadas, o Brasil se tornou uma potência agrícola, e os sojicultores, pecuaristas e outros produtores cada vez abrem mais espaço para suas lavouras.
E há também o atual ímpeto de explorar o potencial hidrelétrico da Amazônia, um processo que críticos dizem atrair muita gente para uma área que, do contrário, continuaria intacta.
Monitorar o desmatamento é um desafio científico que combina os dados satelitais e a fiscalização no terreno.
O governo brasileiro e cientistas do Imazon, instituição que tem sede em Belém e recebe financiamento privado, obtém indícios preliminares a partir das imagens de satélite.
Dados mais conclusivos demoram mais para serem compilados e dependem de recursos visuais de alta resolução, que são mais lentos, e de pesquisas de campo realizadas por cientistas e inspetores ambientais.
O governo divulga uma cifra anual em julho, quando a região está mais seca e a vista aérea fica mais clara.
Os dados mostraram que o desmatamento, até julho de 2012, havia caído a níveis recordes durante quatro anos consecutivos, em grande parte graças a uma fiscalização ambiental mais rígida.
Uma disparada em 2007, quando a alta no preço dos produtos agrícolas desencadeou uma procura por áreas cultiváveis, foi contida depois que o governo impôs multas mais pesadas e bloqueou o crédito para os desmatadores.
Em resposta, madeireiros passaram a agir de forma mais concentrada em áreas menores para burlar a vigilância dos satélites.
Agora, cientistas e ambientalistas alertam que os violadores estão sendo incentivados pelas mudanças legais, por uma nova alta nos preços globais dos produtos agrícolas e pelo impulso de colonos para desenvolver atividades econômicas ao redor das barragens de hidrelétricas e de outros grandes projetos industriais e de infraestrutura.
"Vocês vão ver logo logo um aumento no desmatamento", disse à Reuters na semana passada a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, ativista histórica da preservação da Amazônia.
Ela e outros críticos têm atacado o governo da presidente Dilma Rousseff, cujos esforços para reavivar o crescimento econômico incluem reformas que, segundo ambientalistas, podem causar mais destruição. Dilma, por sua vez, diz que suas políticas são necessárias e ambientalmente sustentáveis.
Entre outras alterações regulatórias, o Brasil concedeu no fim de 2011 mais poder a autoridades locais para fiscalizar as leis ambientais, e esse processo levou ao fechamento de vários postos federais de fiscalização florestal, os quais muitas vezes, especialmente na vasta e remota Amazônia, representavam o único obstáculo para os desmatadores.
No ano passado, uma reforma do Código Florestal alterou os tipos de matas que devem ser preservadas ao redor de qualquer atividade. Embora o novo código continue teoricamente rigoroso nas regras de preservação, críticos dizem que a fiscalização será difícil por causa da transferência de atribuições a autoridades locais.
Oliveira, do Ministério do Meio Ambiente, disse que o governo federal ainda tem condições de reagir rapidamente. Em vez de usar bases fixas, explicou ele, novas unidades de agentes ambientais criadas nos últimos meses podem ser mobilizadas quando for necessário, tornando-as "mais ágeis" quando desmatadores agem em áreas menores. "Nossos métodos e estratégias estão evoluindo", disse ele.
No entanto, os cientistas temem que os danos estão acontecendo sob os próprios olhos do governo. Hidrelétricas construídas pelo governo, estradas e minas estão acelerando a reversão, dizem eles, porque garantem acesso a áreas antes isoladas da Amazônia.
"Você tem todos esses fatores se unindo para tornar muito mais fácil o acesso à floresta", disse o pesquisador do Imazon Paulo Barreto. Os números recentes dispararam de forma tão rápida, acrescentou ele, "que será difícil que as cifras anuais caiam."

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Açaí responde por 97% da renda não madeireiros da Floresta Amazônica

O dado faz parte do Índice de Preço de Produtos da Floresta levantado em cinco municípios da floresta





O açaí teve a maior participação na venda de produtos não madeireiros da Floresta Amazônica entre julho e dezembro de 2011. A informação é do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgada nessa quarta-feira (22), que faz o acompanhamento do Índice de Preço de Produtos da Floresta. O fruto gerou uma receita de R$ 36,6 milhões, representando 97% do total comercializado.
 
 
O levantamento está sendo divulgado pela segunda vez e se concentrou nos municípios paraenses de Belém, Altamira, Breves, Gurupá, e também em Santana, no estado do Amapá. Além do açaí os itens levados em consideração pela pesquisa são a andiroba (óleo), a bacaba (fruto e polpa), a castanha-do-Brasil (amêndoa com casca), a copaíba (óleo-resina), o cupuaçu (fruto), o mel de abelha, muruci (fruto), pracaxi (óleo) e pupunha (fruto).
 
 
Os produtos que correspondem aos outros 3% da receita são a pupunha (fruto), a castanha-do-Brasil (amêndoa com casca), o taperebá (fruto) e andiroba (óleo). A baixa participação deste itens se devem ao período de entressafra. No total foram gerados R$ 37,7 milhões.
 
 
Belém apresentou as maiores diferenças de preços independentemente do produto. As médias dos menores e dos maiores preços de produtos florestais não madeireiros são calculadas a partir do que são comercializados em feiras livres, mercados e/ou portos dos municípios. A pretensão do Imazon é divulgar o balanço dos produtos florestais semanalmente.
 
 
Preços
 
Os produtos florestais não madeireiros comercializados fecharam o segundo semestre de 2011 com uma queda de 12% em Belém, apresentando melhor rendimento em outubro, com 12%, e a maior baixa em dezembro, com -19%.
 
 
Apesar de ser o produto que mais contribui com a receita dos produtos florestais não madeireiros, o açaí foi o que teve maior variação, ficando entre 12% e -18%. Na comparação com o primeiro semestre de 2011 (período de entressafra), o preço do açaí oriundo de outros municípios e do açaí produzido nas ilhas de Belém apresentou queda de 19% e 31%, respectivamente.

terça-feira, 22 de maio de 2012

MaxiColares Amazônicos!!!











A floresta em jóias para você. 


Buritis,
Jupatis,
Paxiúbas,
Coco
Acaí,
Resíduos de madeira Amazônica ...


Embalagens artesanais ornadas com juta, flores do campo amazônico, palha de buriti e muito carinho.

Biojóias Amazônia e Cia

Buritis, Jupatis, Acais e resíduos de madeiras em contas.

Buritis, Jupatis, Acais e resíduos de madeiras em contas.

Buritis, Jupatis, Acais e resíduos de madeiras em contas. 

Buritis, Jupatis, Acais e resíduos de madeiras em contas. 


Buritis, Jupatis, Acais e resíduos de madeiras em contas. 

Buritis, Jupatis, Acais e resíduos de madeiras em contas.

Buritis, Jupatis, Acais e resíduos de madeiras em contas.

Buritis, Jupatis, Acais e resíduos de madeiras em contas.

Não é apenas para adornar. 
É para adornar e mostrar sua posição ética diante do mundo.
Eco-fashion!!!

Visite nossa loja virtual
http://www.elo7.com.br/amazoniaecia

Mais

Seguidores

Conheça nossos produtos!